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O CQClub foi criado com intuito de reunir os fans do programa mais legal da Band, o CQC. Aqui, falaremos não só do programa, mas de cada um dos 8 integrantes que o complementam. Participem. "Eles estão à solta, e nós estamos correndo atrás."

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    Entrevistas com Danilo Gentili e Rafael Cortez

    O programa CQC, Custe o Que Custar, da Band é um formato importado da Eyeworks-Cuatro Cabezas e inspirado no programa argentino “Caiga Quien Caiga” (Caia Quem Cair). Com um tipo de jornalismo atrevido em combinação com um humor inteligente, o programa faz sucesso em vários países como: Itália, Espanha, Argentina e Chile.

    Aqui no Brasil, com apenas 3 meses no ar, o CQC já o terceiro em audiência no horário. A equipe brasileira é composta por: Rafinha Bastos, Marcelo Tas, Marco Luque, Rafael Cortez, Danilo Gentili, Felipe Andreoli e Oscar Filho. Sete homens que se vestem de preto e estão sempre de óculos escuros, marca registrada do programa.

    O jornalismo do CQC é bem diferente do que o público está acostumado a assistir. Para saber mais sobre a equipe, o Podcast, em parceria com Afonso Rodrigues (o blogueiro pop da Casa dos Ava) conversou por e-mail com dois dos integrantes do programa: o jornalista Rafael Cortez e o comediante Danilo Gentili.

    ENTREVISTA COM RAFAEL CORTEZ

    Podcast: O fato de ser ator ajuda nas matérias que você faz para o CQC ou não, são coisas completamente diferentes?

    Rafael: Ajuda muito. Creio que a direção do CQC levou isso em conta quando formou essa equipe. Não só na bancada e entre os repórteres. Todo mundo do CQC - câmera, produtores, redatores - tem uma formação profissional marcada pela diversidade de áreas em que atua. É preciso ser cada vez mais polivante nos dias de hoje. Ser ator no meio das entrevistas ajuda a desinibir, compor tipos e estimular o lado jornalístico que não é ensinado nas faculdades - lado que se vale do sarcasmo, cara-de-pau e mais fina ironia.

    Podcast: Você recebe muitos recados na internet, dizendo "eu te amo", "você é lindo", "quer casar comigo?". Você já é reconhecido nas ruas? Como é a abordagem? E como é para você viver esse sucesso?

    Rafael: Recebo esses recados sim. Mas eles são bem menos impactantes do que as mensagens que recebo com críticas construtivas e pequenos toques. Meu lado masculino/solteiro se envaidece desses elogios gratuitos e dessas cantadas todas de orkut. Mas sei que nada disso é concreto, pois as pessoas tendem a idealizar as figuras que aparecem na TV. No dia-a-dia, continuo só e bem introspectivo.
    Faço de todo esse assédio um ótimo exercício pro meu reconhecimento pessoal. Nisso, entram lições de humildade e de pôr o pé no chão. No mais, sou reconhecido nas ruas que não fazem parte do meu bairro. Como saio muito pouco daqui (Vila Madalena, onde todo mundo já me conhece como vizinho do bairro, e não como o cara do CQC), não sinto tanto esse assédio físico; esse reconhecimento. Mas me empolgo quando vou à outras cidades e estados do Brasil para gravar. As pessoas são bem receptivas e conhecem muito o programa. Isso me felicita muito mais pelo fato de que o CQC atinge bem o Brasil do que pela iminência de ser uma pessoa famosa.

    Podcast: Os fãs do CQC estão se interessando por seus outros trabalhos (músico, ator)?

    Rafael: Muito. E isso está sendo sensacional. Tenho ficado com muita vontade de voltar a fazer teatro, dar recitais, compor e lançar o novo CD - bem como relançar o primeiro. Isso eu devo ao nosso público. O tesão do pessoal está alimentando o meu. E isso é coisa rara, porque perdi o tal tesão muitas vezes ao longo de tantas porradas na minha trajetória artística.

    Podcast: O que você faz para conciliar o jornalismo com essas outras atividades?

    Rafael: Atualmente só consigo me dedicar ao CQC. Até gravo áudio-livros e estudo meu violão, mas é tão light que nem conta. O CQC nem exige tanto assim de mim. Se compararmos com tantos trabalhadores brasileiros, minha carga de horas trabalhadas pelo programa é bem tranquila. Acontece que olhei pra 2008 e disse a mim mesmo que, neste ano, eu só queria fazer uma coisa, em muito bem-feita - o CQC. Sempre fiz 10 coisas ao mesmo tempo. Dei uma cansada. Mas sou tão ansioso e hiper-ativo que não tenho aguentado: no próximo semestre desse ano eu já vou fazer outras atividades sim. Mas com o programa como prioridade sempre!

    Podcast: Como foi o processo de seleção para o CQC?

    Rafael: Mandei um currículo meu para a produtora Cuatro Cabezas - Eyeworks, a responsável pelo CQC junto com a Band. Sabia que eles estavam procurando produtores para programas que trariam ao Brasil. Fui produtor de TV-Teatro e Circo por cerca de 10 anos. Me considero aposentado hoje, mas em outubro de 2007 bateu um medo de não ter trabalho nenhum... e acabei reconsiderando a idéia de produzir coisas pra sobreviver. Me chamaram para uma entrevista de emprego para um projeto ousado que estrearia em março de 2008. Me interei antes de ir à entrevista. Soube que era o CQC. Vi vários vídeos do programa na Argentina através do Youtube. E cheguei à tal reunião anunciando que em nada me interessava ser um dos produtores do programa. Que só toparia integrar a equipe como repórter. Os caras gostaram dessa cara-de-pau, que já era sinal de afinidade com o programa. Me deixaram fazer dois testes. Estudei muito para cada um deles. Passei.

    Podcast: A que você atribui o sucesso meteórico do programa?

    Rafael: Trata-se de uma mistura de elementos de sucesso: a bancada é um barato. Os repórteres dão um show de ousadia e são bem engraçados. A edição é ágil, moderna, ousada. A arte final é uma das coisas mais sensacionais já vistas na nossa TV. Agrada desde a criançada até os velhinhos. E, acima de tudo, o telespectador brasileiro é mais inteligente do que se pensava. Havia uma carência de humor inteligente. Quem ousasse primeiro pegava esse filão de gente. Ponto pro CQC, que teve visão e fez isso primeiro.

    Podcast: Existe algum tipo de autocensura no CQC?

    Rafael: Sim. A gente se preocupa o tempo todo em não cair no ridículo. Em não partir para a piada fácil ou cheia de preconceitos. Em não soar agressivos demais ou sem nenhuma noção. Isso é bem fácil e muito tentador de ser feito.

    Podcast: Como você faz para se infiltrar nos eventos em que não se permite a entrada de repórteres?

    Rafael: Quando isso acontece, é mérito de toda a equipe. As pessoas ignoram, por exemplo, que só entrevistei todos aqueles presidentes no Peru porque fui com um produtor excelente e um câmera ousado. Quando a gente fura um cerco ou consegue algo espetacular, o ponto é pra equipe toda. Por isso que no CQC não trabalham pessoas acomodadas, racionais demais ou passivas às regras. Temos mais de 50 malucos altamente profissionais e muitas vezes nada loucos na nossa equipe.

    Podcast: Há algum tipo de discriminação por parte dos outros profissionais, que fazem o "jornalismo sério"?

    Rafael: Já aconteceu no começo. Mas isso era fruto de um desconhecimento grande ainda acerca do que é o CQC e de como a gente trabalha. Coletivas de imprensa, por exemplo: atualmente é raro alguém se enfezar com a gente no meio delas. Até porque temos muita ética jornalística. Em geral, deixamos todos nossos colegas jornalistas fazerem suas perguntas antes de nós. Preferimos fechar o papo com o entrevistado em grande estilo. Mandamos a nossa questão e ainda descontraímos todo mundo.

    Podcast: No CQTeste, o que te surpreendeu mais: a baixa pontuação do Nando Reis ou a alta pontuação da Mulher Melancia?

    Rafael: Perguntinha capciosa essa, hein? Cheia de pequenos preconceitos acoplados... ora, a mulher melancia deveria ir tão mal porque é uma mulher gostosa e, portanto, pseudo-burra? E o Nando Reis surpreendeu ao ir mal porque seria um cara inteligente e, portanto, deveria acertar sempre? O CQTeste é uma brincadeira. Tem gente que vai muito bem porque responde rápido, ainda que erre tudo. E gente que vai mal demais porque pensou muito, levou tempo demais pra responder e se ferrou - ainda que tenha respondido tudo certo! O negócio alí é jogar a favor do relógio. Pouca gente entende isso. Isso inclui quem formulou essa pergunta, haha!

    ENTREVISTA COM DANILO GENTILI

    Podcast: Você é publicitário de formação e o CQC é um programa jornalístico. Como foi essa transição? Como o CQC surgiu na sua vida?

    Danilo: Eu sempre escrevi. E só fiz publicidade porque era a faculdade mais próxima do que eu realmente queria fazer (cinema, que é comunicação) e a única que eu conseguia pagar com o emprego lixo que tinha na época. Um dia apresentei num bar um texto de minha autoria. Riram. E daí pra frente fui fazendo comédia em vários lugares. E hoje vivo disso... A verdade é que nunca fui feliz e nunca me conformei fazendo coisas que eu não gostava e sempre busquei o que eu sempre quis fazer... Eu tomei muito na cabeça por isso e perdi outras coisas por isso. Mas, no fim das contas, estou feliz... Consegui alguma coisa...

    Podcast: Como a sua experiência como comediante contribui nas matérias do programa? O que você leva do 'stand-up' para o CQC?

    Danilo: Eu levo do stand-up pro CQC o raciocínio rápido que temos que ter nesse tipo de comédia. A observação minunciosa dos fatos... Do que nos rodeia... E levo a forma de raciocínio... Se não é uma piada, talvez não vale a pena ser dito.

    Podcast: Você acha que, com o sucesso do CQC, a TV vai abrir mais espaço para o 'Stand-up Comedy'?

    Danilo: A Globo, por exemplo, é uma emissora que percebeu que perdeu grandes talentos por ignorar os comediantes novos que fazem comédia em bar... Agora estão correndo atrás do prejuízo com o quadro no Faustão, onde comediantes stands-up competem entre si... E muitos ali são meus amigos... Outros eu vi começar... E outros ainda posso dizer que ajudei de certa forma... São todos ótimos... Acho que com o CQC as emissoras perceberam que o público quer um novo tipo de humor. E a única forma de ter esse novo tipo de humor é investimento e acreditando em novos comediantes.

    Podcast: 1, 2.. pergunto: Er... Er... de onde surgiu a idéia do repórter inexperiente, um ícone do jornalismo brasileiro?

    Danilo: Hauhauha!! Ele era um quadro do CQC orginal da Argentina. Mas claro que eu fiz do meu jeito aqui. Em nenhum outro país esse quadro fez tanto sucesso como aqui.

    Podcast: Como está sendo o 'feedback' dos fãs? Já tem pôsteres seus saindo na Capricho? Já tem garotas com faixas '100% Gentili' na cabeça gritando seu nome? Gente se escondendo debaixo da cama do hotel ou acampando na porta de sua casa?

    Danilo: AUHAUHAUHa!! Poxa... não sei se tenho fãs... O que percebo é que tenho amigos que se identificam comigo, com o que digo e me tratam com carinho... Me tratam às vezes até como um primo ou um vizinho conhecido da rua deles...

    Podcast: Bem, a gente tentou ser engraçado nas duas perguntas anteriores, você deve ter percebido, mas humor não é pra todo mundo, como você também deve ter percebido. É difícil ser comediante no Brasil?

    Danilo: É difícil ser comediante no Brasil porque brasileiro é muito hipócrita, complexado e idiota. Brasileiro é hipócrita. Adora fazer piadas politicamente incorretas as escondidas. Mas se faz isso em público, te crucificam só pra dizerem que são de moral excelente e você é o lixo. É uma forma de crescer em cima de você. Brasileiro sempre quer crescer em cima do outro... E isso porque é um povo complexado. Brasileiro se leva muito a sério. Se você brinca com a ferida deles, não aceitam... Só que o que mais esse povo tem é ferida... Deveriam cuidar mais disso...

    Podcast: Você colabora com roteiro/pautas ou o programa tem uma equipe só pra isso?

    Danilo: Sempre que tenho algo a acrescentar, eu passo a idéia pros colegas, seja do roteiro ou mesmo para os repórteres...

    Podcast: O Padre Marcelo Rossi ensinou que devemos pedir a Deus toda manhã humildade, humildade, humildade, humildade... Aparentemente, o pessoal do Congresso não viu essa entrevista. Como está a campanha pelo CQC no Congresso?

    Danilo: O Congresso só se lembra de ser humilde na época de eleição. Estamos barrados ainda no Congresso, o que me dá um certo nojo. Engraçado que político que todo mundo mete o pau como o [Paulo] Maluf, por exemplo, sempre fala com a gente... Já pessoas que se dizem sérias, que não tem nada a esconder, não falam... Pela lógica, o Maluf sim não tem nada a temer... Já os políticos que se dizem honestos, não sei não...

    Nota: No programa de ontem, 30.06, foi anunciado pela bancada do programa que os repórteres do CQC já estão liberados para entrar novamente no Congresso Nacional. Ponto pra audiência do programa, que se mobilizou assinando o protesto online, enviando emails, cartas e telefonando para os parlamentares.

    Podcast: Para concluir, a pergunta que não quer calar: Quanto a produção já perdeu de dinheiro no Teste de Honestidade?

    Danilo: Aagyagyagyagyaa!! Mais que o meu salário!

    FONTE: http://programapodcast.blogspot.com



    - by cqclub at 10h53
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    Entrevista com Marco Luque

    Hoje é dia de CQC e, pra ir se preparando pra assistir o programa que começa daqui a pouco, o Podcast se adianta e publica a entrevista que fizemos com o comentarista surrealista Marco Luque, a mente mais escalafobética da TV brasileira.

    Mas antes, queremos agradecer à boa vontade dele que, mesmo sem tempo (como ele mesmo disse), parou para responder nossas perguntas e, acreditem, em tempo recorde!

    Valeu Marco Luque! Beijosmeliga.

    Podcast: Numa entrevista para a TV UOL em 2007, você disse que já havia recebido alguns convites para trabalhos na televisão, mas nada que lhe desse a liberdade que você tem no teatro. Você se sente livre no CQC? Foi por isso que você decidiu trabalhar lá?

    Marco Luque: Sim... tenho uma liberdade considerável por lá, visto que temos um roteiro, mas os improvisos são sempre bem vindos. Decidi fazer o programa pois fui muito com a cara dele. E esse formato me permite usar o humor para dizer coisas às pessoas, como fazemos na "Terça Insana".

    Podcast: Muitos fãs do CQC dizem sentir vontade de ver você não apenas na bancada, mas também fazendo reportagens. Você pensa em fazer alguma coisa desse tipo para o programa?

    Marco Luque: Isso já está sendo pensado... acho que mais pro final do ano farei algo fora da bancada.

    Podcast: Podemos caracterizar os bastidores do CQC com a palavra descontração. Esse clima descontraído é fundamental para a realização de um programa bem agradável e engraçado para o público. Alguma vez uma coisa feita nos bastidores foi incorporada ao programa?

    Marco Luque: Sim... coisas que aparecem num formato de zueira, como, por exemplo, o meu truque com a língua! rsrsrs...

    Podcast: Muitas pessoas que só te conhecem como apresentador do CQC estão se interessando pelo seu trabalho como comediante. O que você acha desse reconhecimento que o CQC tem proporcionado à sua carreira como humorista?

    Marco Luque: Acho muito bom!! Dessa forma posso levar muitas pessoas ao teatro, essa arte milenar e encantadora!

    Podcast: Você foi jogador de futebol profissonal. Já jogou até na Espanha. Como você decidiu largar a carreira de jogador e se tornar comediante?

    Marco Luque: Creio eu não ser um jogador espetacular... rsrsr... sempre fui das artes, o futebol apareceu e foi uma experiência fantástica!! Tem coisas que a vida é que decide por você!

    Podcast: O Terça Insana é um dos maiores espetáculos do humor nacional. Como você entrou para o Terça Insana?

    Marco Luque: Enviei um material com o Silas Simplesmente e fui convidado a participar por um mês. No mês seguinte, me fizeram o convite pra ser do elenco fixo!

    Podcast: No Terça Insana você já criou muitos personagens que foram (e continuam sendo) sucesso absoluto. Você já está pensando em criar personagens novos? Em que você se inspira pra criar novos personagens?

    Marco Luque: Sempre estou pensando em algo novo... me inspiro no meu dia à dia, meus parentes, amigos, pessoas que encontro...

    Podcast: Numa matéria do site da BAND, lemos que, além do Terça Insana e do CQC, você também trabalha como locutor, Mestre de Cerimônia, em comerciais e como artista plástico preparando sua próxima exposição! Como você consegue conciliar todas essas atividades?

    Marco Luque: Putzzz... atualmente minha vida anda a mil por hora!!! Gostaria de ter mais tempo pras minhas esculturas... mas não reclamo de nada !! Tá tudo muito legal!



    - by cqclub at 10h44
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    ENTREVISTA COM WARLEY SANTANA

    Warley é ator, tradutor e intérprete de inglês e espanhol. Atuou em vários comercias, no teatro, fez participações na TV. Hoje, faz parte do CQC e está em cartaz com a peça De Corpo Presente. Ele contou para o Podcast sobre o seu quadro no programa, sobre o filme "Rinha", do qual ele participou e de onde surgiu o famoso Karl Fisher.

    Podcast: Você acabou de entrar no CQC, um programa que já é sensação na TV e internet. Como você chegou lá?

    Warley: Fui indicado pra fazer o teste, que corria em absoluto sigilo, por motivos óbvios. Depois fiquei sabendo que mais de 25 atores tinham sido testados.

    Podcast: Você passou por algum laboratório para o papel de assessor?

    Warley: Não. O único "laboratório" foi um vídeo do original argentino que a gente viu. Mas muito do quadro foi criação nossa. Rolaram muitas conversas com o Diego e com os produtores.

    Podcast: Você está no elenco do filme "A Rinha". Como foi gravar esse longa? Como é seu personagem?

    Warley: O filme foi muito legal de fazer. Passei também por uma bateria de testes. Acho que foram cinco, se não me engano. Novamente me vejo fazendo o papel de um jornalista. Sou o Eric, jornalista que se infiltra na festa e... hehe – tem que assistir.

    Podcast: Como está sendo o feedback das pessoas ao seu quadro no programa?

    Warley: Muito positivo. Mais até do que eu pensava. Vi que muitos jornalistas respeitados gostaram muito do quadro. E as pessoas me param na rua para falar as frases, pedem conselhos de imagem, hehe. Muito legal.

    Podcast: Em uma época em que se fala tanto de "transparência", qual a importância para você de um quadro como o "Assessor de Imagem"?

    Warley: Muita. Acho que é importante trazer à tona uma discussão. Até onde vamos? Incluindo todos nós, eu, você, quem está lendo este post... Até onde chegamos para um melhor ângulo para nossas "fotos".

    Podcast: Você já jogou futebol profissionalmente. Conta um pouco dessa história.

    Warley: Comecei a jogar bola aos 6 anos de idade em um clube que se chamava A.A. Mattarazzo, depois fui para o Clube Esperia e joguei nas seleções de futsal e campo por muitos anos. Passando por outros clubes como CMTC, Baruel FC. Cheguei a treinar no Corinthians antes de ir tentar a vida no Los Angeles Galaxy, time que me chamou através de um olheiro. Voltei para cá porque tinha que esperar mais um ano para me firmar no time titular por causa do número de estrangeiros. Mas quem jogou mesmo foi meu irmão, William Santana, jogou na Portuguesa, Corinthians, Sorocaba, Esperia e vários outros times, alguns do exterior.

    Podcast: Durante as gravações do quadro, houve alguma situação inusitada, que fugiu do controle? Alguma "vítima" que não caiu na sua lábia, ou você não segurou o riso...

    Warley: Ah sim, em muitas situações a gente encontrava momentos hilários, mas não podíamos nos desconcentrar. Eu mesmo cheguei a rir quando um entrevistado, ainda não foi ao ar, começou a falar muito do CQC, elogiar o Danilo, hehe. Foi muito bom. Era difícil segurar o riso nas congeladas, mas a gente guardava para rir depois.

    Podcast: No quadro, você "desmonta" a imagem de muitas figuras importantes. Você sentiu algum tipo de receio em relação a isso?

    Warley: Não. O objetivo era muito mais forte que eu.

    Podcast: De onde surgiu o Karl Fisher?

    Warley: A gente estava indo para uma das entrevistas e queríamos inventar um nome fictício. Nasceu do "cair a ficha" – "caiu a ficha" – que não caía nos entrevistados, hehehe. Aí vimos que também funcionava como Carlinhos Pescador, que fisga os peixões...

    Podcast: Pra encerrar, uma frase que resuma seu atual momento.

    Warley: Uma frase e um poema: uma é o provérbio chinês que eu realmente gosto muito: Ele não sabia que era impossível, foi lá e fez. E um poema que descreve que não podemos perder as oportunidades, escrito por Karl Fischer (Carl Fisher – Carlinhos Pescador) quando ele se retirava em sua fazenda com lagos na Suíça:

    Olhei para o lago e senti diante de meus olhos o reflexo da lua.

    Olhei para a lua. Ué, cadê o lago?



    - by cqclub at 10h41
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    Entrevistas com Felipe Andreoli

    Continuando nossa série de entrevistas com os super [acessíveis] repórteres do CQC, publicamos agora as que fizemos com Felipe Andreoli, o Crespo.

    Felipe, que é jornalista desde os 19 anos, trabalhou como produtor, videorepórter, apresentador, repórter esportivo, ministrante de cursos pela Comunique-se e agora integra a equipe do CQC. Nessa entrevista, ele falou sobre como entrou para o programa, sobre o seu blog e ainda disse pra qual time torce de verdade (será?).

    Podcast: Você já era contratado da Band antes de entrar para o CQC. Como foi a transição de uma atividade pra outra? Você passou por algum teste?

    Felipe: Passei por dois testes. Um piloto, uma reportagem-teste e o do sofá... Passei nos dois... rs. A transição não foi fácil, principalmente porque sou um pouco tímido. Mas agora me sinto mais adaptado ao trabalho.

    Podcast: Quando vai cobrir jogos, você geralmente fica no meio da torcida ao invés de ficar junto do da imprensa. Por quê? É uma opção do programa?

    Felipe: Sim, a opção é de ficar na galera, pois ali tem mais "graça". Mas, se eu quiser, posso ficar na área de imprensa também, sem problemas.

    Podcast: Você criou um blog recentemente. Como tem sido a experiência? O que você acha da oportunidade que os seus fãs têm de dizer o que pensam a respeito do seu trabalho por meio dos comentários?

    Felipe: Eu adoro o blog, confesso que demorei para colocá-lo no ar. Estava acostumado a escrever meus textos jornalísticos, mais burocráticos, agora é um texto mais intimista, mais pessoal. Tô muito feliz com o retorno da galera que, aliás, tá muito grande.

    Podcast: Qual fato mais te marcou durante a cobertura das Olimpíadas? E o que de mais diferente você observou na cultura chinesa em comparação com a brasileira?

    Felipe: As duas culturas são incomparáveis. Não tem nem como fazer um parelelo. Lá nem beijar na boca eles beijam... rs. O que mais me marcou foi a tristeza das meninas do futebol depois de perder o ouro, foi bonito ver gente que se importa muito com o que faz, que dá o sangue mesmo. Elas deram, mereciam ganhar, maaaas nem sempre a vida é justa.

    Podcast: Muitos jornalistas que foram para a China relataram que conheceram a censura do país. Durante a produção das matérias, você sofreu algum tipo de repreensão? Ou teve algum tipo de medo?

    Felipe: Não tive medo em nenhum momento, não porque sou corajoso, mas porque não havia um clima de repressão nas ruas, pelo contrário, na maior parte do tempo fomos muito bem recebidos. Não sei como ficou a situação depois dos jogos, mas durante foi tranqüilo. Só quando gravamos no mercado das comidas tivemos que assinar uma autorização e tivemos apenas 15 minutos para gravar, foi a única hora que deu um friozinho na barriga, mas valeu.

    Podcast: Você trabalhou como videorepórter na TV Cultura e até já ministrou cursos sobre o assunto. Você acha que sua experiência nesse segmento ? que engloba roteiro, produção, direção, fotografia e edição ? contribui de alguma maneira na hora de gravar suas matérias pro CQC? Como?

    Felipe: Pra mim, conhecer o que é uma reportagem me ajuda muito no global, no geral da matéria. Sei o quanto posso gravar, o que foi bom e o que não foi, o que podemos explorar dependendo do assunto, como me posicionar em um momento importante, entre outras cositas. E é claro que a produção, o nosso suporte é muito grande, é muito bom.

    Podcast: Ultimamente, vocês têm feito muitas brincadeirinhas uns com os outros, como essa história de que o Rafael e o Danilo são um casal. O clima de amizade e o entrosamento entre vocês aparenta ser muito bom. Como isso ajuda na hora de produzir o programa?

    Felipe: Não nos vemos muito, mas quando estamos juntos o clima é ótimo, de amizade mesmo. O CQC é como um livro, uma historinha gigante, quem perde um capítulo, à vezes não entende uma piada, uma brincadeira. E essa interação entre os repórteres é muito bacana, deixa a historinha mais interessante e com mais ramificações.

    Podcast: Qual a melhor pauta: a seleção do Dunga ou o casamento da Juliana Paes?

    Felipe: Depende de várias coisas, entre elas, o humor de repórter... rs. Eu adorei a matéria do casamento, principalmente porque mudamos o enfoque assim que vimos qual era a situação. Foi uma surpresa que criamos. As matérias nos jogos, sabemos que o "roteiro" vai variar de acordo com o resultado, portanto, as matérias de futebol são mais previsíveis... Se o Brasil ganha é só alegria, se perde, sabemos que vai ser mais difícil de conversar com os caras.

    Podcast: Por fim, duas perguntas que não querem calar: Primeiro, pra que time você torce?

    Felipe: Olha, tô começando a me divertir com isso, já vi várias especulações por aí, tem até um vídeo em que estou falando que torço para o Corinthians... eca! Rs. Já vi um tópico de nêgo dizendo que eu torço pro Vasco... Palmeiras... Estou brincando com isso, cada vez respondo um time. Depende de quem pergunta... Ah, eu torço para a Portuguesa de Desportos, a grande Lusa! Estamos quase caindo, mas vamos reagir. Força, Lusa!!! Na verdade, com a rotina, com o dia-a-dia do futebol, vamos perdendo a paixão pelo time e torcendo pelos amigos, pelas várias pessoas que a gente gosta. Como diz a música do Rappa, "eu quero ver gol!"

    Podcast: Suas fãs querem saber: é caro ter o Felipe Andreoli numa festa de 15 anos?

    Felipe: HAUHAUHAUHAUHAUHAUHUAUH!! Isso é relativo, depende... Se fosse com a neta do Antônio Ermírio de Moraes, a família acharia baratinho... rs. Mas é possível... é possível. Dou um descontinho porque sou um péssimo dançarino! Então... beijo me escreve! lfandreoli@gmail.com



    - by cqclub at 12h57
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    Entrevista com Oscar Filho!

    A Equipe Podcast continua em sua incansável jornada para entrevistar todos os CQCs. O personagem da vez é Oscar Filho. Sim, crianças de todo o Brasil, entrevistamos o Pequeno Pônei.

    Falar da vida dele para seus fãs, que estão lendo essa entrevista, é complicado, porque vocês já sabem tudo, mas vamos lá. Oscar é ator formado pelo INDAC, em 2003. No ano seguinte, concorreu ao Prêmio Coca-Cola de Teatro. Um ano depois, decidiu entrar no mundo da comédia de cara limpa, com o Clube de Comédia Stand-up. Hoje, além do stand-up, ele apresenta um certo programa nas noites de segunda-feira.

    Oscar, muito simpático e solícito com o Podcast, falou sobre o que pode virar humor, como entrou no CQC e... TCHARAM! Perguntamos qual a altura do Pequeno Pônei. A resposta, você confere abaixo.

    Obrigado, mais uma vez, Oscar.

    Podcast: Existe limite para o humor? Ou tudo pode virar piada?

    Oscar: Eu acredito que muitas coisas podem virar piada, quase todas. Só é preciso ter bom senso na hora de transformar um assunto em piada. Essa é a minha visão e eu não tento fazer piada com tragédias, por exemplo. Se bem que a nossa política é uma tragédia, eu sacaneio de vez em quando.

    Podcast: Pergunta clichê que não pode faltar: Como você foi selecionado para o CQC?

    Oscar: Um ano antes de entrarem em contato comigo, o Diego Barredo viu um vídeo meu na Argentina através do Youtube. Então, ele foi me assistir no bar onde eu estou em cartaz e me chamou pra fazer o teste em outubro de 2007. Os testes foram difíceis, eu fui mal pra caramba com pautas ruins e eu fui o último a ser chamado para o programa. Cerca de 2 semanas antes de começar, fevereiro de 2008. Já tinha desistido.

    Podcast: Como são divididas as pautas entre os repórteres do CQC?

    Oscar: Puxa, isso eu não sei. Não sei se tem um critério específico, mas deve ter. Geralmente o Felipe fica com o esporte, o Rafael com política, o Danilo com coisas bizarras e eu com eventos variados e pautas impossíveis. Costumo dizer que as minhas matérias são como "parir uma bigorna". Eu nunca estou satisfeito. Sou muito perfeccionista.

    Podcast: O humorista tem que ter cara-de-pau? Você já utilizou essa artimanha fora dos palcos? Em que situações?

    Oscar: Opa! O humorista tem que ter essa qualidade. Já usei sim! Sempre uso pra baratear o custo das coisas. Já pechinchei até táxi no Rio de Janeiro. Percebi que o cara tava tentando me enrolar e, no final, eu consegui sair por cima. Peguei muito ônibus de graça falando pro motorista: "Vixe, esse ônibus vinha pra Santana? Putz, me ferrei!" Descia com cara de "vou ter que voltar tudo outra vez", mas era exatamente onde eu tinha que estar.

    Podcast: Antes do stand-up, você já atuava. Quando e como você descobriu que poderia viver do humor?

    Oscar: Eu faço teatro desde os 13 anos. Em 2000, eu vim pra São Paulo pra me formar como ator, o que aconteceu em 2003. Por uma ausência de racionalidade dos jurados, fui indicado para um prêmio de melhor ator por um espetáculo musical infantil. Fiz montagens sérias como 'As Bruxas de Salém', do Arthur Miller, e 'A Serpente', do Nelson Rodrigues. Essa última ficou 2 meses em cartaz. Sucesso total. Viver do humor foi muito natural. Comecei a fazer humor de verdade num grupo chamado OsCretinos logo depois que eu me formei. Escrevia muitas cenas coletivas. Senti necessidade de escrever coisas só pra mim. Ajudei a fundar o Clube da Comédia e as coisas foram acontecendo. Consegui juntar a fome com a vontade de comer sem querer. É muito louco fazer um evento, por exemplo. É como se o cara dissesse: "Vem me fazer rir. Eu vou te pagar pra isso."

    Podcast: O que é pior: contar uma piada e ninguém rir ou ter que explicá-la?

    Oscar: É quase a mesma coisa. Se eu escrevo uma piada, é porque eu acho engraçada. Se não riram, talvez não tenham entendido. Mas todas as vezes que uma piada não deu certo, a culpa era minha. Acho que sempre é, na verdade. Isso sempre acontece quando você vai estrear um texto novo.

    Podcast: Quando a platéia não ri, o que você faz? No stand-up, por não ter texto, rigidamente, pronto, é mais fácil para contornar esse tipo de situação?

    Oscar: Numa peça é muito mais fácil continuar justamente porque não tem que improvisar muito. É só continuar contando a história. No stand-up, se você não tiver o feeling do que a platéia tá curtindo, talvez não consiga contornar a situação. Quando isso acontece comigo, eu prefiro assumir. Fica até mais engraçado porque é mais humano.

    Podcast: Já que o Paes furou o convite pra praia, por que você não chama o Babenco e o Paulo Betti pra pegar umas ondas e curtir a amizade de vocês três?

    Oscar: Heheheeh. Eu não. Acho que eles aproveitariam pra me afogar.

    Podcast: A pergunta que não quer calar: Qual a altura do pequeno Pônei? Aproveita que essa entrevista não é ao vivo para usar sua criatividade.

    Oscar: A altura do Pequeno Pônei original deve ser uns 12 cm. Mas, por que me fez essa pergunta???



    - by cqclub at 12h41
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    Entrevista com os Homens de Preto no Podcast

    Podcast é um programa laboratório de rádio da Universidade Federal do Piauí. Produzido pelos alunos do 5º período do curso de jornalismo da mesma universidade.

    A Equipe Podcast continua em sua incansável jornada para entrevistar todos os CQCs. Os primeiros foram Danilo Gentili e Rafael Cortez. Depois o Marco Luque, o Warley Santana e o Felipe Andreoli. O personagem da vez é Oscar Filho.

    Fonte: http://programapodcast.blogspot.com

    Amanhã posto a entrevista de cada um!

    cqcbjs á todos



    - by cqclub at 16h31
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    "Depois que entrei para o "CQC", virei o cara mais gostoso do mundo"

    Confira a entrevista com Oscar Filho, um dos repórteres do programa

    Oscar Filho, o repórter do “CQC” ‘especialista’ em celebridades, conversou com a QUEM na última terça-feira, na sede da TV Bandeirantes em São Paulo. Filho do advogado Oscar e da inspetora de alunos Luzia, ele conta que sempre esteve ligado ao humor. “Acho que sempre fui o engraçadinho da turma.”

    Artista do gênero comédia stand-up, o atualmente repórter viu sua vida mudar quando um produtor do "CQC" lhe ofereceu uma vaga no programa. “Ele viu um vídeo meu no Youtube. Ate então, não sabia que o site tinha tanta força.”

    A conversa com Oscar teve um tempo limitado, pois ele precisava ir para “uma pautoca com o Julio Iglesias”. Se a correria é típica da vida de um repórter, o humorista não esconde que o assédio está mais perto do sofrido pelas celebridades que costuma entrevistar. “Depois do “CQC”, me tornei o cara mais lindo, gostoso e fofo do mundo”, diverte-se.

    Confira os melhores momentos da entrevista.

    Você já se sentiu intimidado ao saber que teria que entrevistar alguém?

     Oscar Filho - Já. Com o Caetano Veloso, porque o cara é o cara e não tem nem o que falar. A conversa com ele seria sobre eleições, que é um assunto que ele gosta de falar, entende bem. .. poderia virar para mim e falar: "Moleque, cai fora". Era essa a pegada: será que ele vai achar as minhas perguntas idiotas? Na hora eu vou lá e faço, mas a preparação é que demora.

    Alguma piada já te deixou em maus lençóis?

     O.F. - Aconteceu com o Zé do Caixão. Eu mal tinha começado a entrevista, precisava fazer uma pergunta para ele e não rolou. Falei da famosa unha, a coisa mais careta do mundo, e ele ficou nervoso. Era uma piadinha de nada: “se você tem a unha comprida, não deve ter dificuldade nenhuma de achar a ponta do durex”. Só isso. Mas ele se estressou muito. Na verdade, o que é muito legal do “CQC” é que a gente propõe uma brincadeira e, se a pessoa entrar nisso, a coisa flui muito bem. O ruim é quando o entrevistado não entende a piada, se leva a sério demais e ainda por cima te agride.

    Foi o que aconteceu com o diretor de cinema Hector Babenco (Em março deste ano, Oscar perguntou ao diretor o que ele sentiria se dissessem que não existe nenhum diretor argentino naturalizado brasileiro à altura de Fernando Meirelles. Irritado, Babenco o chamou de bolha e lhe deu uma revistada)?

     O.F. - Eu sabia que ele não ia gostar do que eu falei, mas não imaginava de jeito nenhum que fosse me bater. Me surpreendi muito, acho que isso ficou claro na tela. Encontrei com o Babenco duas vezes depois disso e me parece que ele quer continuar essa história, que repetiria a atitude de agressão... me pareceu, tá? Ele não falou isso.

    Você se sente o mais 'folgado', o mais cara-de-pau da equipe?

     O.F. - No caso do Hector Babenco, por exemplo, eu dei uma cutucada, mas eu queria fazer aquela pergunta. Como ator, eu fiquei indignado com a declaração que ele deu (em entrevista na época do lançamento de “O Passado”, o diretor disse que gostaria de fazer o filme no Brasil, mas não conhece nenhum ator à altura de Gael Garcia Bernal). Pensei: "Cara, como assim? O cara vem aqui, usa o dinheiro brasileiro e fala aquilo?". Acho que como eu vejo tudo o que acontece no programa como um cenário e as pessoas como personagens, deixo minha cara-de-pau uma oitava acima. Alí tudo posso, porque daí a câmera me protege.

    Fora o Babenco, você teve prazer em alfinetar alguém?

     O.F. - Não teve ninguém que eu quisesse mesmo cutucar. Eu não tenho uma característica de cutucar, de alfinetar. Teria muito mais vontade e cara-de-pau de alfinetar políticos - e sem dor na consciência. Eu acho que eles não me mandam para essas pautas por causa do meu tamanho (risos). Já me imaginou fazendo um “Proteste Já!”? O Rafinha tem 2m de altura, eu tenho um 1m68cm, se eu falo alguma coisa, o cara me dá um tapa na orelha (risos). Não imponho credibilidade nenhuma com a minha altura, mas não tenho medo de apanhar.

    Você já se arrependeu de ter dito algo durante o programa?

     O.F. – Sim, com o Junior Lima (Em um show da Família Lima, Oscar pediu a Junior que nunca mais cantasse e disse que, depois do fim da dupla com Sandy, ele finalmente teria a chance de dar algumas entrevistas). Quando eu fiz a matéria com ele foi engraçado. Ele riu, nos entendemos e a gente saiu numa boa. Da maneira que editaram, entretanto, ficou muito ruim para o Junior, ficou agressivo. Na hora que eu vi na TV eu não achei graça e falei: "da próxima vez que eu encontrar com ele vou pedir desculpas". Fui uma coisa que eu não queria ser... acho que o Junior não merecia e, por isso, me desculpei.

    Em muito pouco tempo os repórteres do "CQC" se transformaram em celebridades. Como você sente isso?

     O.F. – Eu acho engraçado, curioso e me faz pensar que tudo isso é um grande circo mesmo. Por exemplo, como eu sou ator, eu imaginava que um dia ia trabalhar na televisão - que é um lugar no qual você se projeta e ganha dinheiro de verdade, mais dinheiro do que no teatro – mas eu nunca imaginei que ia chegar alguém e dizer: "você é lindo, você é gostoso, você é um gato"... nunca tinha ouvido isso na minha vida. Depois que eu entrei para o “CQC”, eu virei o cara mais gostoso do mundo, o mais bonito, o mais fofo. Se eu sair da televisão, em três meses não vão mais estar falando isso. Me divirto, mas não entro nessa onda. Sei que não sou um galã, entendeu?

    O assédio feminino é tão grande assim?

     O.F. – Sim, sim. Se eu não estivesse namorando, era quase que estalar os dedos – é horrível falar isso, mas é verdade – e trocaria de mulher todo dia . Como eu namoro e amo minha namorada (Vanessa Morgado, também atriz), fico muito distante disso. Todo dia eu recebo e-mails perguntando se eu sou casado, pedindo encontros. Uma menina pediu meu telefone para um evento e quando eu perguntei que tipo de evento, ela me disse que seria na casa dela, com uma amiga, e perguntou quanto eu cobraria.

    Com tanto publico interessado, vocês já pensaram em posar nus?

     O.F. – Ah, não. Não sou sex simbol. Acho que não tem a ver... a mulherada quer ver uns caras bonitões, fortões. Não essas coisas molengas. Já tirei a roupa no Clube das Mulheres, dancei, está de bom tamanho. Acho melhor deixar a gente com o terno mesmo.

    Você é tímido ou é só lenda?

     O.F. – Eu sou um pouco. Dá pra perceber, não é? Sou introspectivo, um pouco reservado, bem longe do que aparece na TV. Não vou para baladas, não bebo, não fumo, não faço nada... sou o cara mais careta do mundo.

    Fonte: http://revistaquem.globo.com



    - by cqclub at 16h26
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    Danilo Gentili

    Sucesso como Repórter Inexperiente do programa CQC (Custe o que Custar), da Band, o paulista Danilo Gentili é também uma das boas surpresas do grupo de stand up Clube da Comédia. Sem ser ator de formação, Danilo reverte isso a seu favor quando ocupa o palco. "O segredo do improviso é não forçar. Como não sou ator, não sei forçar", diz. "Acho que stand up é coisa de autor."

    Danilo cresceu assistindo na TV a filmes de comediantes como Jerry Lewis. O formato stand up sempre chamou sua atenção, mesmo sem saber o nome daquilo. Foi atrás de quem estivesse fazendo aquele tipo de humor, até conhecer o pessoal do Clube da Comédia. Pediu uma chance, lhe abriram o microfone durante um espetáculo, o público gostou e Danilo ficou.

    Assim como outros stand up comedians, o macete que o rapaz encontrou foi perceber coisas que acontecem na própria vida, com as quais outras pessoas possam se identificar. Coisas do cotidiano, como encarar a atendente de banco, que sempre manda o cliente para a mesma fila, independentemente do tipo de serviço que ele esteja buscando. Hilário! Seu estilo meio largadão e o timbre de voz também ajudam.

    Segundo ele, não existe um tempo certo para o texto sair. "Depende muito do texto: tem o rápido e tem o que precisa ser lapidado. Vou testando até chegar ao ponto que cada uma das frases provoque risadas."



    - by cqclub at 16h19
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    Os 80 blogs que você não pode perder...

    Com a ajuda de 25 dos principais blogueiros do país, selecionamos 50 blogs brasileiros, 20 internacionais - e não se preocupe, não esquecemos os nossos

    Nas últimas 24 horas, cerca de 900 mil blogs receberam novos posts no mundo todo, em dezenas de idiomas. Textos, fotos, vídeos, quadrinhos. Algo difícil de imaginar quando os simples diários virtuais com relatos cotidianos começaram a ganhar espaço na internet, há dez anos. Era até inusitado dizer que se tinha um. O cenário mudou radicalmente. Hoje existem 133 milhões de blogs no mundo. A facilidade de criá-los foi fundamental para ampliar as possibilidades de expressão. Isso permitiu a publicação de uma quantidade imensurável de conteúdo. Os blogs não se tornaram apenas mais numerosos: eles deixaram o universo alternativo e ganharam influência nas mais variadas áreas. Um simples post pode fazer estourar a venda de um produto eletrônico ou mantê-lo para sempre no fundo do estoque de uma empresa. Pode mostrar como um político age nos bastidores de uma campanha eleitoral. Ou inaugurar uma ação viral de denúncia capaz de fazer cair o valor das ações de uma grande multinacional. Não existe limite para o conteúdo da blogosfera. Os principais blogs, incluindo muitos brasileiros, têm equipes para criar conteúdo. Blogueiros amadores têm se tornado profissionais – e postado compulsivamente – para se manter com anúncios publicitários e patrocínios.

    Num universo tão grande, como distinguir os milhões de blogs poucos inspirados daqueles que você nunca mais vai conseguir viver sem ler? ÉPOCA pediu ajuda a 25 dos principais blogueiros do país. Cada um mandou seus 14 blogs preferidos. Juntamos à lista as indicações dos especialistas da redação. Das duas centenas de blogs, peneiramos os mais votados, os mais surpreendentes, os mais legais. Ficaram 50 brasileiros e 20 internacionais. Além dos nossos, que você já conhece. O resultado não é um ranking. Nosso objetivo não foi montar uma lista dos melhores blogs, mas sim uma espécie de guia de navegação pela blogosfera.Os blogs foram dispostos em ordem alfabética e separados em categorias. A variedade dos assuntos reflete a pluralidade de temas. Para cada blog há um resumo do que é imperdível e um trecho literal, para dar voz aos próprios blogueiros.

    O blog do Tas está entre os 80 mais vistos.

    Para saber dos outros, comprem a revista rsrs.



    - by cqclub at 19h00
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    FELIZ ANIVERSÁRIO TAS!

    Tas-mania!

    Sinuqueiro convicto, apresentador da febre humorística CQC, da Band, fala sobre experiências com chá da Amazônia, da paixão por Roberto Carlos e dos papos na sauna com Fernando Meirelles.

    ''Não sou boêmio, mas gosto da noite. Venho jogar sinuca com meus amigos pelo menos uma vez por mês'', diz Marcelo Tristão Athayde de Souza, 48 anos, 25 de carreira e alguns outros bons de taco acertado nas 15 bolas da mesa. Ele joga bem - quando está com sorte, segundo as próprias palavras, uma tese discutível. Finge que vai fumar o taco para as fotos na Choperia Liberdade, no bairro de mesmo nome, em São Paulo. Ele jura que não fuma, mas é só bater o olho na TV e ver seu Santos perdendo do Grêmio que ele já sai filando um cigarro de um cliente. O saquê gelado poderia ter sido o motivo do freio de mão solto na hora de posar ou falar, mas quem o vê todas as segundas-feiras no humorístico provocativo CQC (Custe o Que Custar), da Band, sabe que ele é teatral e fala, fala, fala... E leva todo mundo junto com ele - inclusive seus sete batedores de programa, que pregam peças impagáveis em seus alvos, principalmente políticos. O programa é uma seara de humor inteligente e engajado e Tas, pai do professor Tibúrcio do programa infantil Rá-Tim-Bum e do desconcertante repórter Ernesto Varela, entre outros, é o timoneiro da coisa toda. O papo - e o assédio dos outros sinuqueiros - foi até a 1h30 da madrugada...

    '''Vou estar de cara lavada foi o que eu pensei'', diz Tas sobre quando recebeu a proposta para ser âncora do CQC, programa nascido na Argentina, no exato mesmo formato, e que hoje tem versões bem-sucedidas no Chile, em Portugal, na Espanha e na Itália. Ele diz que ficou com medo da proposta exatamente pela exposição sem um personagem para se esconder um pouco atrás. ''Meu personagem, Ernesto Varela (repórter criado com o hoje diretor Fernando Meirelles, 52, um dos precursores nas perguntas indiscretas para seus entrevistados), já tinha um estilo parecido com o programa que conheci na década de 90, o CQC argentino. Só dei a resposta, concordando em fazer, quatro meses depois'', explica. O desafio do programa era a quantidade de gente nova. ''É um monte de moleques, né? Mas eu chamo de sorte, porque rolou uma química imediata. O diretor tinha nos dado dois meses para começarmos a fazer ao vivo, mas já no segundo episódio estávamos no ar sem ser um programa gravado. Diego Barredo (32, diretor do programa) é um dos meus grandes amigos hoje. Quase toda semana, depois da gravação, o elenco todo sai para beber no bar Filial, na Vila Madalena (em São Paulo)'', diz.

    Processos judiciais não param de chegar à Band por causa das irreverentes abordagens do programa, mas isso não assusta Tas. Ele pega direitinho os hashi (os palitinhos para comer comida japonesa) e vai em cima de um shimeji. Calmamente diz: ''Temos alguns processos, sim. Mas são alguns dos quais nos orgulhamos de ter (risos). Guardamos como uma espécie de diploma. É engraçado que quando os oficias de justiça vêm nos entregar os processos, eles pedem desculpas e dizem que adoram o CQC. Eu respondo pelo programa, então sou eu mesmo que os recebo. O primeiro a gente nunca esquece, né (risos)?... Quando chegou o primeiro, os meninos ficaram putos, mas, depois, se tranqüilizaram. Afinal, não temos nada o que temer''. 

    Karaokê nele! Um dos clássicos entretenimentos paralelos das sinucas de São Paulo é a tal hora de cantar. Tas brincou de serenata e cantou para a repórter Cadeira de Rodas, de Fernando Mendes, e Alguém na Multidão, dos Golden Boys. Foi bem. Ele gesticula, usa o mesmo tom da TV, é genuinamente simpático. ''Descobri que tenho um repertório brega oitentista que Rafinha Bastos (32, um dos apresentadores do CQC) conhece. Às vezes fazemos serenatas relâmpagos para quem não conhecemos na rua'', brinca. E emenda que a vida não é completa se você nunca assistiu a um show de
    Roberto Carlos. ''Robertão é fundamental! É teatral, uma experiência única. Perdi a conta de quantas vezes eu já fui a um show dele. Levei minhas duas mulheres para ver um show do Rei pela primeira vez. Assistir a ele é a mesma coisa que ir a um jogo no Maracanã. São coisas obrigatórias na vida. Ah! E sei tocar todas as canções de Robertão no violão.'' Freqüentador de sauna, sim. E na companhia do amigo de velha data Fernando Meirelles.''Costumamos nos encontrar na casa dele, afastada da cidade, perto de Cotia (São Paulo). Ele tem uma sauna lá que freqüentamos enquanto conversamos. Por causa da rotina agitada dos dois, não nos vemos muito, mas, quando nos encontramos, tentamos passar o dia todo juntos'', conta Tas. E continua: ''Para mim é natural ver o sucesso de Fernando. Eu sempre falei que ele era um geniozinho. Nós éramos metidos quando jovens. Tínhamos um caderno na produtora em que escrevíamos várias coisas, e lá escrevemos que revolucionaríamos a TV no terceiro milênio. Acho que ele está apenas cumprindo esta profecia''. Parte da revolução de Tas foi ter passado por quase todos os canais e TVs online possíveis: Globo, Cultura, Rede 21, Play TV, UOL, Abril, entre outros.

    Ele medita, acredite! ''Faço siddha ioga, uma filosofia da Índia que eu já pratico há 16 anos. O único objetivo é acalmar a mente. Procurei por isso em uma fase em que eu estava inquieto e insatisfeito. Pedi conselho para amigos mais velhos e o dramaturgo Vicente Pereira, considerado o bruxo dos famosos no Rio de Janeiro, guru do Caetano Veloso etc., me indicou essa meditação. Foi instantâneo. Entendi na hora como acalmar minha mente. O segredo é prestar atenção na respiração por cinco minutos e em nada mais. Concentrar-se no momento presente'', ele explica. Para manter o corpo, faz hatha ioga. Tas já viajou para fazer cursos com uma mestra, Chidvilasanada Gurumayi, e até participa deles via satélite. Quando faz turismo pelo mundo, procura centros de siddha ioga. E seu refúgio é uma casa na Mantiqueira, em São Bento do Sapucaí (interior de SP). ''É um local muito alto e frio que até o ano passado não tinha luz. Vou uma vez por mês pra lá, dar uma desligada'', conta o apresentador.

    Os vícios de Tas... Ele diz que não tem nenhum. Só fuma quando está nervoso. Mas, e drogas? Diz que já experimentou, não gosta por causa da dependência. ''Mas não sou careta. Acho que vale a pena experimentar. Tive uma experiência diferente com a ayahuasca, um chá de duas plantas da Amazônia. Tecnicamente não é uma droga e não é proibida aqui no Brasil. Trata-se de uma cerimônia controlada com a participação de um xamã. É bom que as pessoas saibam para que não queiram sair por aí fazendo. É algo muito forte, que altera sua percepção. O objetivo da ayahuasca é você se conhecer melhor. Durante a alucinação, vemos muitas imagens de morte. Mas você vê e ouve cenas em alta definição por cerca de seis horas. Foi na Bahia, em uma situação especial, cercado de amigos ingleses que haviam vindo para o Brasil. Não sei se faria de novo”, reflete. 

    Ele é fã do Pânico. Comparações sempre surgem, mas Tas desmistifica a concorrência. ''Não que nosso programa seja mais engraçado, mas é diferente. Começa pelas mulheres de biquíni. Somos relativamente feios - algumas mulheres acham Rafael Cortez bonito, mas ele não é (risos)! - por isso, a nossa única arma é a nossa história para contar. É outro humor. Gostamos de frisar que nossa matériaprima é o jornalismo.'' Sobre seu ''personagem'' no CQC e outros, ele revela: ''É um segredo, mas vou lhe contar... Todos os personagens sou eu. Não sou ator, então minha atuação tem muito da minha persona. É como se eu tivesse feito tudo isso para chegar até aqui hoje, sendo âncora do CQC''.

    Pegamos Tas no CQTeste!

    Marcelo Tas foi pra roda, no CQTeste, que ele aplica em várias personalidades, ranqueando os mais ''espertos''. Descobrimos o coeficiente de inteligência do apresentador, segundo a técnica ''ultracientífica'' desenvolvida pelo CQC. Foram cinco perguntas em apenas 300 segundos. A cada erro, 60 segundos são descontados. Confira. 

    O superacelerador de partículas fica em qual país? Tas: ''Fica em dois países, Suíça e França''. Resposta certa! (em dois segundos). 

    Quantas estrelas tem a bandeira do Brasil? Tas: ''25?''. Resposta errada. A correta é: 27 estrelas que correspondem aos 26 estados e ao Distrito Federal. Justificativa: ''Na minha época eram 25...'' (levou 60 segundos). 

    Quem é o par romântico de Audrey Hepburn em A Princesa e o Pebleu? Tas: ''Cary Grant''. Resposta errada. A correta é: Gregory Peck. Justificativa: ''Essa seria a minha segunda alternativa...'' (gastou 60 segundos). 

    Qual o período fértil da mulher? Tas: ''Cerca de 14 dias antes do início do ciclo menstrual''. Resposta certa! (levou três segundos). 

    Em que mês e ano foi anunciado o iPhone? Tas: ''Isso é sacanagem! Eles vivem anunciando. Acho que foi em 2007, o mês, outubro!'' Resposta quase certa. A correta: janeiro de 2007 (levou 60 segundos).

    Resultado geral: Tas teve nota 115. No ranking atual do programa ele estaria na 9a posição, atrás da drag queen
    Nany People (116) e na frente da atriz Nana Gouveia (112).

    Fonte: http://contigo.abril.com.br



    - by cqclub at 16h52
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    Marcelo TAS ajuda a desvendar o mistério das Partículas Elementares.

    O olhar do telespectador nunca mais será o mesmo quando o assunto for física quântica. Isso porque a TV Cultura levará ao ar o programa “O discreto charme das partículas elementares”, que utiliza dramaturgia para simplificar este universo e torná-lo mais atrativo aos jovens. Até mesmo uma música foi criada para acompanhar o programa, o rap do LHC. No ritmo do hip-hop, a física quântica cantada é mais uma tentativa de aproximar o simples cotidiano jovem da complexa realidade das particulas elementares!

    A data para a exibição da atração coincide com o “Dia Mundial da Ciência pela Paz e Pelo Desenvolvimento”, que leva o selo da ONU (Organização das Nações Unidas).
    Na atração, Marcelo Tas atua como um apresentador de TV, do tipo chapeleiro maluco, e leva a personagem principal, Rafael (Giovanni Delgado), para uma viagem em um mundo paralelo, com informações sobre átomos, elétrons, quarks, léptons e bósons mediadores e também sobre a teoria do big bang (uma das explicações para a origem do universo). Neste cenário, onde 70% dos espaços são digitais, os atores interagem quase que o tempo todo com o virtual, como se fosse um videogame onde o protagonista precisa passar por diferentes níveis.

    Segundo Tas, o programa servirá para mostrar que quase tudo em nossa vida está relacionado à física, especialmente, às partículas elementares. Para ele, o roteiro navega por um universo tão novo quanto desconhecido e traduz essa realidade complexa de maneira elegante e divertida. “O mundo já está vivendo essa tremenda novidade sem se dar conta, principalmente os jovens. Quando ele joga videogame, utiliza o iPod ou encosta o dedo em uma tecla é por causa das partículas elementares, quase tudo que fazemos hoje está ligado a isso”. Leia Mais - Leia mais aqui também

    Prévia do Programa “O discreto charme das partículas elementares”

    Rap do LHC em português

    Não esqueça: Dia 10 de Novembro, segunda-feira, as 19:30 na TV Cultura

    Fonte: Blog do CQC

     



    - by cqclub at 13h49
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    CQC no 9º Grammy Latino!

    Nono Latin GRAMMY em Houston ocorre com festa simultânea no Brasil

    Pela primeira vez na história, a Academia Latina da Gravação, organizadora do Latin GRAMMY, autoriza a realização de um evento televisivo fora dos Estados Unidos relacionado com esta importante premiação.

    O público poderá acompanhar com exclusividade duas noites de gala celebradas ao mesmo tempo - uma nos Estados Unidos e outra no Brasil. Direto do Toyota Center, em Houston, a apresentadora Patricia Maldonado vai mostrar toda a cerimônia de premiação da nona edição do Latin GRAMMY. Em São Paulo, o Auditório Ibirapuera foi o local escolhido para ser sede da festa fechada para 800 convidados. Com a apresentação de Daniella Cicarelli e Marcelo Tas, vários dos artistas concorrentes farão performances musicais em encontros inéditos que prometem transformar a noite numa grande celebração à música brasileira.

    Os repórteres do CQC também participarão da cobertura da Festa, recepcionando os convidados nos ‘tapetes vermelhos’.

    A festa acontece no dia 13 de novembro (quinta-feira), a partir das 22 horas.

    Fonte: Site da Band



    - by cqclub at 13h43
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    MARCELO TAS: Pai, marido e faz-tudo

    Ser pai é uma missão para Marcelo Tas. ''Sou um pai responsável, afinal eu tenho uma enormidade de filhos. São três: a Luiza, 19 anos, que mora no Rio de Janeiro (do casamento com a figurinista Claudia Kopke, 49), e Miguel, de 7, e Clarice, de 3, do meu atual casamento com a atriz de teatro Bel Kowarick (42), que moram comigo aqui em São Paulo'', conta. A filha mais velha estuda direito e Tas sabe inclusive a pontuação que ela teve na prova do Toefl, de língua inglesa: 113 de 120. ''Mesmo de longe, a gente se fala todo dia'', acrescenta. Mas, e marido, ele é bom? ''Sou péssimo. Um marido meio chato, mas minha mulher não reclama muito. Eu gosto de casa, de cuidar do jardim. Se tem algo quebrado em casa, vou lá e conserto. Gosto de comprar móveis e até talheres. Furo paredes quase todos os dias. Ontem mesmo, eu comprei um quadro e troquei o que estava na parede'', jura. Ah, Tas cuida ainda de um gato de rua chamado Amarelo, parte de uma trupe que consiste da cadela da raça labrador, Espiga, e duas gatas, Magali e Zezé. ''Sou eu que cuido pessoalmente.''



    - by cqclub at 13h35
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    Nizan Guanaes beija repórter do 'CQC' na boca

    Publicitário e idealizador do Rio Summer tascou bitoca em Rafael Cortez

    Quando Rafael Cortez, repórter do programa "CQC", parou Nizan Guanaes e Donata Meirelles, achou que ía fazer uma boa entrevista. Até que rendeu, com piadas sobre a posição do Brasil na crise econômica mundial e tudo o mais. Mas o que ele não imaginava é que o marido da "dona" do Claro Rio Summer iria beijá-lo na boca.

    A situação - entrevistado sem graça e entrevistador piadista - se inverteu quando Nizan, tentando mostrar que tinha muito mais disposição para dar uma entrevista para um programa de jornalismo e humor do que o repórter imaginava. 

    "Não vai achar que você vai conseguir tirar com a cara de um homem de 50 anos", disse após tascá-lhe um belo de um selão - não foi selinho.

    Rafael Cortez bem que tentou se livrar. Virou a boca para um lado, para o outro, para cima e para baixo, mas não deu outra: Nizan Guanaes tirou onda com a cara do rapaz, que ficou vermelho de vergonha da cabeça aos pés.



    - by cqclub at 13h28
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    Rafael Cortez concorre a Prêmio de melhor Jornalista de TV

    As empreitadas do Nosso Pudim de Seriguela está começando a render frutos. Ele é um dos indicados ao Prêmio de Melhor Jornalista de TV da Revista Quem. O páreo não é nada fácil para o prato indigesto do CQC: Fátima Bernardes, Caco Barcelos, Tadeu Schimidt, Ricardo Boechat, entre outros também concorrem ao mesmo Prêmio. Mas para quem furou bloqueio de Seguranças na cúpula o Peru e em Veneza, correu atrás do Cacciola e do Dantas, entregou os óculos do CQC para o Presidente Lula logo no Programa de Estréia, e conseguiu até um beijinho de Carolina Dieckmann esta semana, isto é fichinha!



    - by cqclub at 13h16
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